Como dizia o outro
Se eu quisesse, enlouquecia
Porque é que não quero,
questiono-me eu
Porque é que não queres,
indagueis-me vós
São as dívidas. É a dúvida.
Perdoa-me por regressar à inércia
como se fosse um superpoder.
Sou só um homem, frágil e temente —
stalker que volta uma e outra vez à Zona,
que exclama um porra para dentro,
que se vê fénix:
uma imagem de potência em pausa VHS,
cheia de morte e transformação,
na cepa torta, em tensão irresolvível.
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