19 de abril de 2026

Pontimola

 

Usei a poesia como aquele que num dos becos sem saída do Sena brande em movimentos lentos e pseudo hipnóticos uma arma branca contra o seu próprio fantasma que se ri do gesto da ameaça e aconselha que converta a arma em ferramenta e aperte antes todos os parafusos que lhe faltam

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